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EDITORIAL


Curadoria, edição e espaços autônomos no diálogo Recife–Portugal
Em novembro de 2025 viajamos de Recife, onde a Propágulo é sediada, para Lisboa, Coimbra e Porto em um intercâmbio fomentado pela Política Nacional Aldir Blanc que foi dos dias 1º a 15 . Possuíamos dois objetivos: lançar nosso último livro, A gênese da curadoria no Brasil , na capital portuguesa, onde atualmente vive sua autora, Cristiana Tejo, e o segundo, acompanhar a produção da artista Tatiana Móes, no Porto. Para além dos vínculos conosco, outro aspecto em comum foi fund
producao5284
há 4 dias


RINHA: A POÉTICA DE ARIVANIO
De Quixelô (CE) ao circuito nacional, Arivanio constrói uma pintura figurativa e visceral que transforma o cotidiano sertanejo em cena mítica. Entre bichos, ritos, sangue e sonho, sua obra cruza memória indígena, crítica política e cultura pop, recusando rótulos fáceis e fazendo do corriqueiro algo colossal, tenso e contemporâneo.
Guilherme Moraes
29 de jan.


ARACY AMARAL: POLIVALÊNCIA E PIONEIRISMO
No livro A Gênese da Curadoria no Brasil , Cristiana Tejo identifica três perfis que moldaram este campo. Entre eles, Aracy Amaral emerge como a personificação da curadora polivalente: uma figura que transita entre o jornalismo, a pesquisa acadêmica e a gestão de museus, conferindo um inédito caráter científico e histórico à organização de mostras de arte no país. Aracy Amaral como monitora da II Bienal, apresenta obra à Embaixatriz da Índia, 1953. Autoria desconhecida - Fund
Propágulo
27 de jan.


FREDERICO MORAIS: LIBERDADE E FRICÇÃO
Ao revisitar as raízes da prática curatorial no Brasil, torna-se evidente que a história da arte nas décadas de 60 a 80 se fez também de agentes que deslocaram as fronteiras entre arte, política e público. Entre esses protagonistas, Frederico Morais (1936) surge como figura incontornável: um curador independente. Morais com cartaz das exposições Agnus Dei , Petite Galerie, 1970. Acervo Frederico Morais. No livro A Gênese da Curadoria no Brasil , a pesquisadora Cristiana Tejo
Propágulo
11 de dez. de 2025


CÉU ISATTO: MÉTODO E IMPROVISO
Entre o rigor do planejamento e o prazer do improviso, Céu Isatto (RS - 1998), constrói um universo onde falha, memória e matéria se entrelaçam. Artista visual de 26 anos, nascide em Porto Alegre e radicade em São Paulo, seu processo criativo é marcado por persistência e abertura ao acaso. Seus trabalhos são convites para a visão, o toque e a imaginação que se aloja no hiato entre palavra e cor.
Elizabeth Bandeira
28 de out. de 2025
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