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EDITORIAL


WALTER ZANINI: RIGOR E EXPERIMENTALISMO
No livro A Gênese da Curadoria no Brasil , Cristiana Tejo define Walter Zanini como o arquétipo do curador institucional. Se Frederico Morais representava a guerrilha externa e independente, e Aracy Amaral trazia um modelo polivalente e rigoroso de pesquisa, Zanini personificou a figura do gestor que, de dentro da estrutura museológica, implodiu barreiras e profissionalizou o sistema, equilibrando o rigor acadêmico com a mais radical abertura ao experimentalismo. Walter Zanin
producao5284
há 3 dias


PAULO OLIVEIRA: PENSAR COMO ILHA, ESCULPIR MULTIDÃO
A obra de Paulo Oliveira (Moreno – PE, 1968) nasce da madeira que lhe aparece em suas andanças. Raízes de mangue, troncos e cascas marcados pelo tempo tornam-se esculturas povoadas por gente, bichos e criaturas inventadas. O texto acompanha esse fazer paciente e obstinado, mostrando como sua produção está atravessada pela infância à beira do rio, pelos anos na estrada e pela relação contínua com o mar.
Guilherme Moraes
4 de mar.


Curadoria, edição e espaços autônomos no diálogo Recife–Portugal
Em novembro de 2025 viajamos de Recife, onde a Propágulo é sediada, para Lisboa, Coimbra e Porto em um intercâmbio fomentado pela Política Nacional Aldir Blanc que foi dos dias 1º a 15 . Possuíamos dois objetivos: lançar nosso último livro, A gênese da curadoria no Brasil , na capital portuguesa, onde atualmente vive sua autora, Cristiana Tejo, e o segundo, acompanhar a produção da artista Tatiana Móes, no Porto. Para além dos vínculos conosco, outro aspecto em comum foi fund
Propágulo
10 de fev.


RINHA: A POÉTICA DE ARIVANIO
De Quixelô (CE) ao circuito nacional, Arivanio constrói uma pintura figurativa e visceral que transforma o cotidiano sertanejo em cena mítica. Entre bichos, ritos, sangue e sonho, sua obra cruza memória indígena, crítica política e cultura pop, recusando rótulos fáceis e fazendo do corriqueiro algo colossal, tenso e contemporâneo.
Guilherme Moraes
29 de jan.


ARACY AMARAL: POLIVALÊNCIA E PIONEIRISMO
No livro A Gênese da Curadoria no Brasil , Cristiana Tejo identifica três perfis que moldaram este campo. Entre eles, Aracy Amaral emerge como a personificação da curadora polivalente: uma figura que transita entre o jornalismo, a pesquisa acadêmica e a gestão de museus, conferindo um inédito caráter científico e histórico à organização de mostras de arte no país. Aracy Amaral como monitora da II Bienal, apresenta obra à Embaixatriz da Índia, 1953. Autoria desconhecida - Fund
Propágulo
27 de jan.
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